Entrada do Lisboa Story Centre sob a fachada amarela da Praça do Comércio.
O museu ocupa as arcadas da praça cuja história conta.

História da cidade e experiência audiovisual · Praça do Comércio

Lisboa Story Centre

Lisboa Story Centre

Compreenda melhor a cidade à sua volta e volte depois à praça que faz parte dessa história.

De relance

Essencial

Zona
Praça do Comércio
Tipo
História da cidade e experiência audiovisual

Quanto tempo reservar

O percurso narrado pela história

60–90 min

Cerca de uma hora para a sequência principal, com tempo adicional para voltar a ouvir explicações e explorar a um ritmo confortável.

O que ver

Porquê visitar Lisboa Story Centre

O Lisboa Story Centre é especialmente útil no início de uma estadia. Nas arcadas da Praça do Comércio, uma sequência de cenários e filmes acompanhada por áudio explica como a cidade cresceu, sofreu uma catástrofe e se reconstruiu. Depois da visita, torna-se mais fácil compreender as ruas ordenadas da Baixa e a grande praça junto ao rio.

O ponto forte da visita é a ligação ao que pode ver a pé. O comércio, o terramoto e a reconstrução do centro não são aqui temas distantes: ajudam a explicar a frente ribeirinha e o traçado das ruas em redor do edifício. Pode sair da exposição e continuar a seguir esses temas ao ar livre, sem precisar de se deslocar para outro lugar.

É uma boa opção para quem visita Lisboa pela primeira vez e quer uma introdução acessível à sua história, sobretudo se prefere ouvir e ver a ler longos painéis de exposição. É menos essencial para quem já conhece bem as linhas gerais. As crianças que gostam de história narrada podem interessar-se, mas não se trata de um espaço repleto de atividades para tocar e experimentar.

Olhar de perto

A não perder.

Letreiro do Lisboa Story Centre sob as arcadas de pedra da Praça do Comércio.
  1. Uma cidade de comércio voltada para o rio

    A recriação de um armazém e os cenários marítimos explicam a importância do Tejo para o destino da cidade. Veja-os como uma introdução à circulação de pessoas, mercadorias e ideias e, ao sair, volte a olhar para o rio real. A exposição dá sentido à escala imponente da praça, para além de ser um lugar bonito para fotografar.

  2. A sequência do terramoto

    O relato de 1 de novembro de 1755 é o centro dramático da visita. Uma apresentação audiovisual mostra a destruição e as suas consequências. Dedique-lhe atenção, em vez de a tratar como pano de fundo enquanto avança para a próxima secção. Se vier com uma criança sensível a sons fortes ou a cenas perturbadoras, peça informações à equipa antes de entrar.

  3. O plano de reconstrução pombalina

    A história da reconstrução é particularmente útil para compreender a Baixa. Repare na importância dada ao planeamento e à organização e compare-a depois com a regularidade das ruas lá fora. O contraste torna-se mais claro se caminhar depois pelas ruelas antigas de um dos lados do centro. A própria cidade é a melhor continuação da explicação.

  4. A praça como espaço de vida pública

    O Terreiro do Paço foi mais do que um cenário monumental. A exposição liga-o à política, ao comércio e ao lazer. Antes de sair da zona, pare num ponto de onde consiga ver tanto o rio como os edifícios que delimitam a praça. É uma forma simples de reunir várias partes da visita.

A perspetiva dos visitantes

O que dizem os visitantes.

Muitos visitantes valorizam o centro como uma forma de se situarem na cidade. A apresentação do terramoto deixa uma impressão forte, enquanto o percurso narrado ajuda a ligar acontecimentos que poderiam ficar reduzidos a factos isolados. Vários relatos recentes recomendam a visita no início da viagem, antes de explorar as ruas e os monumentos descritos na exposição.

Uma visita que pede atenção ao áudio

A satisfação depende em parte da relação de cada pessoa com uma visita conduzida por áudio. Há quem ache as explicações envolventes e quem as considere longas ou deseje maior profundidade. As famílias também divergem quanto à cena dramática do terramoto. Uma criança que gosta de histórias pode reagir de forma muito diferente de outra que espera tocar e experimentar.

Melhor no início da estadia

Reserve a hora completa e acompanhe o relato com atenção. A visita é mais útil como introdução que continua no exterior. Ao sair, demore-se na praça e caminhe pela Baixa enquanto a história da reconstrução ainda está presente, em vez de seguir imediatamente para uma atração sem relação com o tema.

Opiniões consultadas:

História

A história do lugar.

Modelos de navios e de uma máquina voadora sob tetos abobadados no Lisboa Story Centre.

O Story Centre foi concebido como uma introdução à história da capital, precisamente na zona transformada pelo terramoto. Usa cenários, imagens em movimento e um percurso narrado para tornar um tema vasto acessível numa única visita. A localização faz parte dessa explicação; não é apenas uma morada conveniente.

A catástrofe de 1755 destruiu grande parte do centro e obrigou a tomar decisões sobre a forma de reconstruir uma capital. Os espaços amplos e ordenados em redor do Story Centre fazem parte da resposta que se seguiu. Para quem visita, a questão útil não é apenas o que se perdeu, mas também a forma como a reconstrução mudou o funcionamento da cidade.

A exposição situa também essa rutura numa história mais longa de povoamento e ligações marítimas. Seleciona necessariamente alguns episódios, em vez de apresentar um relato exaustivo. Use-a para conhecer as linhas gerais e deixe depois que os seus interesses o conduzam aos museus, monumentos e bairros que aprofundam temas específicos.

Planear a visita

Informações úteis.

Comece aqui enquanto a cidade ainda é pouco familiar
A visita tem mais a oferecer antes de passar vários dias a conhecer as atrações. Apresenta nomes e acontecimentos que poderá reconhecer depois. Um passeio pela Baixa a seguir é uma continuação natural, e não mais uma paragem sem relação com a anterior.
Deixe a narração marcar o ritmo
Confirme a língua do áudio e o funcionamento dos comandos no início. Avançar depressa entre os cenários pode fazer perder o fio de um percurso narrado. Deixe tempo para ouvir uma explicação até ao fim, observar o que descreve e voltar a ouvir uma passagem se lhe escapou alguma coisa.
Explique a cena do terramoto às crianças
Uma breve explicação prévia pode ajudar as crianças a compreender o que vão ver. Cada criança reage de forma diferente ao som e às imagens dramáticas. Peça informações à equipa se tiver dúvidas e deixe espaço para perguntas depois.

Consulte o site oficial para horários e informações atualizadas sobre bilhetes.

Informações oficiais ↗

A zona

A história continua lá fora.

A entrada fica sob as arcadas do lado nascente da Praça do Comércio, também chamada Terreiro do Paço. Depois da visita, atravesse a praça para observar a sua frente ribeirinha e passe pelo Arco da Rua Augusta para entrar na Baixa. Esse pequeno passeio dá um contexto físico imediato à história da reconstrução. Terreiro do Paço é a estação de metro mais próxima, junto ao rio.

Guia da BaixaO que ver, como circular e onde ficar.

Morada

Lisboa Story CentreTerreiro do Paço, 78–811100-148 Lisboa
Mapa de Lisboa Story Centre em Lisboa Abrir mapa
Mapa da zona© OpenStreetMap contributors · Dados do mapa

Perguntas sobre o lugar

Perguntas frequentes

Esta atração é a mesma que o Quake?

Não. O Lisboa Story Centre fica na Praça do Comércio e apresenta a história da cidade de forma mais ampla. O Quake é uma atração distinta, em Belém, centrada na experiência do terramoto.

Há audioguia em inglês?

Sim. O inglês é uma das línguas disponíveis no áudio. Se os comandos ou a reprodução automática não lhe forem familiares, peça ajuda à equipa antes de começar.

Quanto tempo demora a visita?

A experiência principal foi pensada para cerca de uma hora. Reserve 60–90 minutos se quiser repetir algumas secções ou dedicar mais tempo aos conteúdos expostos.

É uma boa primeira paragem em Lisboa?

Sim, sobretudo se não conhece a história da cidade. O relato do comércio, do terramoto e da reconstrução dá contexto à Praça do Comércio e às ruas da Baixa mesmo ali ao lado.

Fontes e revisão

Equipa editorial da Visitar
Este guia baseia-se em informações oficiais para visitantes, documentação histórica e das coleções e uma seleção de opiniões individuais de viajantes.

Os tempos de visita são estimativas. O guia foi elaborado a partir de fontes publicadas, sem uma inspeção no local. As fotografias têm as fontes identificadas e podem mostrar exposições ou espaços tal como eram noutras datas.

Conteúdo revisto: · Visitar.com

Créditos de fotografia

Imagem redimensionada; fonte e licença indicadas.