Passeio pela praça e junto ao rio
25–45 min
Tempo suficiente para percorrer a praça, observar a estátua de perto e parar junto ao rio. Reserve mais tempo para um café, um museu ou o miradouro do arco.

Praça pública e zona ribeirinha · Baixa e frente ribeirinha
Praça do Comércio
Arcadas amarelas, um arco monumental e o Tejo em frente: a Praça do Comércio é um belo ponto de partida para um passeio pela Baixa e junto ao rio.
De relance
25–45 min
Tempo suficiente para percorrer a praça, observar a estátua de perto e parar junto ao rio. Reserve mais tempo para um café, um museu ou o miradouro do arco.
Fotografias
O que ver
Desça a Rua Augusta e passe sob o arco para entrar na Praça do Comércio. A rua abre-se para uma praça ampla, com fachadas amarelas de três lados e o Tejo no quarto. Pare junto à estátua, percorra as arcadas e passe alguns minutos à beira de água. É um dos lugares mais agradáveis do centro de Lisboa para fazer uma pausa entre visitas.
A praça ocupa o local de um palácio real destruído no terramoto de 1755. O seu traçado ordenado pertence à reconstrução que se seguiu, quando grande parte da Baixa foi desenhada em quadrícula. Conhecer essa história enriquece o passeio, mas também é um lugar para apreciar sem grandes planos. O rio, o céu aberto e as longas arcadas são motivos suficientes para ficar por algum tempo.
Quase qualquer passeio pela Baixa pode incluir a praça. É especialmente indicada para fotografar, apreciar a arquitetura e fazer uma pausa junto ao rio. As famílias podem ficar o tempo que lhes convier, sem comprar bilhete.
Olhar de perto
Passe sob o arco para entrar na praça e depois volte-se para observar a fachada esculpida. Deste ponto, forma uma entrada grandiosa para a rua comercial, muito mais estreita, que fica do outro lado. Passar sob o arco é gratuito; o miradouro no topo é uma visita separada, com condições de entrada próprias.
A estátua equestre de Joaquim Machado de Castro encontra-se no centro da praça. Contorne o pedestal para a ver com o arco, as arcadas e o rio como pano de fundo. Erguida em 1775, pertence à reconstrução após o terramoto e é um bom ponto de partida para compreender a história da praça.
Siga pelo passeio coberto de um dos lados da praça. A sequência de arcos tem um aspeto bastante diferente quando vista de perto ou do centro da praça, e a sombra proporciona uma pausa agradável num dia quente. Sob as arcadas, pode observar a estátua e o espaço aberto à sua frente.
As duas colunas e os degraus do Cais das Colunas assinalam a entrada da praça pelo rio. Do passeio ribeirinho superior, olhe em direção ao arco para ter uma vista de toda a praça. Vire-se depois para o Tejo: a amplitude do rio faz tanto parte deste lugar como os edifícios que o rodeiam.
A perspetiva dos visitantes
O cenário é o que os visitantes mais elogiam nas opiniões que lemos: as fachadas amarelas, o arco sobre a Rua Augusta e a vista aberta para o Tejo. Alguns contam que regressam várias vezes durante a mesma viagem, sobretudo ao fim do dia. Sentar-se junto ao rio ou observar as pessoas a atravessar a praça pode ser tão agradável como fotografar os seus monumentos mais conhecidos.
As opiniões diferem sobretudo quanto ao tempo a passar aqui. Alguns visitantes gostam de se demorar, enquanto outros consideram suficiente um pequeno passeio e algumas fotografias. A praça é um espaço público aberto; quem procura uma visita mais longa encontra atrações separadas à sua volta.
Inclua-a num passeio pela Baixa e junto ao rio. Chegar sob o Arco da Rua Augusta proporciona uma primeira vista especialmente bonita, com o Tejo mesmo em frente. Deixe o resto da paragem em aberto: pode continuar ao fim de meia hora, ficar para beber alguma coisa ou regressar quando a luz do fim do dia chega à praça.
Opiniões consultadas:
História

Antes do terramoto de 1755, encontrava-se aqui o Paço da Ribeira. A sua memória sobrevive no nome mais antigo, Terreiro do Paço, que designava a praça do palácio e ainda é usado tanto para a praça como para a estação de metro próxima. O palácio foi destruído na catástrofe, dando lugar à reconstrução da frente ribeirinha segundo um plano diferente.
Na reconstrução associada ao Marquês de Pombal, a Baixa ganhou uma quadrícula de ruas e uma grande praça voltada para o Tejo. O novo nome, Praça do Comércio, colocava o comércio no centro da frente ribeirinha reconstruída, onde antes se erguia o palácio. Os edifícios em redor acolhiam a administração de uma cidade cuja prosperidade dependia das trocas comerciais.
A estátua equestre de D. José I, de Joaquim Machado de Castro, foi erguida em 1775. O Arco da Rua Augusta surgiu muito mais tarde, no século XIX. A praça tomou assim forma ao longo de várias gerações. A partir da frente ribeirinha, percebe-se como a estátua, o arco e as longas fachadas foram dispostos para criar uma entrada imponente na cidade reconstruída.
Planear a visita
Consulte o site oficial para horários e informações atualizadas sobre bilhetes.
Informações oficiais ↗A zona
A Rua Augusta leva da Baixa à praça, passando sob o arco, com o Tejo mesmo em frente. Na zona ribeirinha, siga para oeste pela Ribeira das Naus em direção ao Cais do Sodré, ou para leste em direção a Alfama. É um ponto de encontro prático antes de um passeio pelo centro ou junto ao rio.
Guia da BaixaO que ver, como circular e onde ficar.
Abrir mapa
Perguntas sobre o lugar
Sim. Terreiro do Paço é o nome mais antigo e refere-se ao palácio real que existia aqui antes do terramoto de 1755. Praça do Comércio é o nome da praça reconstruída. Ambos continuam a ser usados, e a estação de metro chama-se Terreiro do Paço.
Não é necessário bilhete para entrar na praça, passar sob o Arco da Rua Augusta ou passear na zona ribeirinha pública. O miradouro no topo do arco e as atrações em redor da praça têm condições de entrada próprias.
Entre sob o Arco da Rua Augusta, pare junto à estátua de D. José I, percorra uma das arcadas e termine junto ao rio, perto do Cais das Colunas. Assim consegue ver os principais elementos sem pressa.
Sim. Não há fila de entrada e pode ficar o tempo que convier à sua família. Tenha atenção às mudanças de pavimento, às travessias de estrada e aos degraus junto ao rio. Os eventos também podem condicionar o percurso pela praça.
Sim. O castelo, a Baixa e a praça combinam bem no mesmo dia, embora o castelo exija um bilhete próprio e bastante mais tempo. Visitar primeiro o castelo permite depois descer a pé em direção à Baixa e ao rio.
Equipa editorial da Visitar
Este guia baseia-se em informações oficiais, fontes históricas e uma seleção de opiniões de viajantes.
As informações para a visita foram verificadas a 16 de setembro de 2026. Os tempos de visita são estimativas. O guia foi elaborado a partir de fontes publicadas, sem uma inspeção no local. As datas das fotografias constam das legendas da galeria.
Conteúdo revisto: · Visitar.com
Imagem redimensionada; fonte e licença indicadas.